Liberdade de audição

4 - Julho - 2008

Detalhe de

Liberdade de expressão é assunto na moda. E “liberdade de audição”, existe? Como exemplo vai a “música” que, na minha opinião, é a barbárie musical pop da atualidade: “All Good Things” (Nelly Furtado feat. Dih Ferrero - Nx Zero).

Globalização, americanização da cultura brasileira, tá… Até vai… É compreensível. Já “All Good Things”, não dá.

Na primeira vez que eu ouvi esta música já achei uma ‘inhaca’ total, mesmo desconhecendo suas origens. Um cara cantando em português com sotaque americano é no mínimo chato pra tocar 6 vezes por dia no rádio… Depois vim a descobrir que o cara não é americano, é brasileiro - piorou. E logo depois fiquei sabendo que ele é o vocalista da Nx-zero, daí me tapei de nojo por completo!! Até procurei uma comunidade “Eu odeio All Good Things”, ou coisa semelhante no orkut, mas não encontrei (tbm não me dei ao trabalho de criá-la, hehe!).

Ser obrigado a ouvir isso nas tardes de estágio preenchidas por Atlântida e Pop Rock é algo torturante. Também poderia citar “A filha” (Armandinho), outras do NX0, Rihanna, Alicia Keys e cia, mas deixa assim, já deu pra passar a idéia. Por favor, emissoras, tenham piedade dos motoristas de ônibus, cobradores, passageiros, estagiários, pets de emos e demais seres que não tem acesso livre ao botão da frequência do rádio! Chefes, assim como o direito de ir e vir também queremos direitos quanto ao ouvir!

Você também sofre com a tortura auditiva? Onde? Qual a pior? hehe!

Tá dito.

Obs.: “O que é bom sempre tem um final”. Já o que é ruim parece nunca ter fim! hehe!


E agora? Quem poderá nos defender?

21 - Maio - 2008

 Superman Brasileiro

“Não se dialoga com pau-de-arara e choque elétrico. Eu tinha 19 anos, fiquei três anos na cadeia e fui barbaramente torturada. Qualquer pessoa que ousar dizer a verdade aos seus interrogadores entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido. Porque mentir na tortura não é facil. Qualquer comparação entre a ditadura e a democracia só pode partir de quem não dá valor a democracia brasileira” - Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, em resposta à tentativa de Agripino Maia (DEM - RN) de constranger e fragilizar a ministra citando a reportangem em que a ela diz que “mentia feito doido, mentia muito” durante as torturas na época do regime militar.

Uma mulher forte, com certeza, pode-se dizer até heroína pelo que passou durante a ditadura. E uma ótima resposta, a uma pergunta infeliz.

O problema é que o povo brasileiro espera demais de pessoas assim e superestima seus feitos. Quando surge algum bravo o povo cruza os braços e espera que os problemas sumam expontaneamente. E muitos são os eleitos em cima de um discurso heróico, de promessas milagrosas, mas não serão eles os responsáveis por mudar o país.

O povo brasileiro gosta de escolher heróis de campanha como líderes, porém acaba sempre governado por pessoas comuns e continua desapontado com a situação que não muda. Culpa o governo por tudo, mas mantem os braços cruzados. É sempre assim, é histórico, desde D. Pedro I, que não foi votado, mas foi aclamado como herói absoluto até pouco tempo atrás.

O povo esquece seu papel na história, o papel principal, o papel de herói. Sim, o papel de herói é do povo e o dever do governo é serví-lo, fornecer os meios, as ferramentas. O povo brasileiro age como um Batman que espera que o Alfred (seu mordomo) embarque no batmóvel e saia à caça do Curinga - patético…

Obs.: Tal declaração de Dilma gera também uma reflexão sobre a “ética da mentira”, mas é um assunto amplo demais e não me animo a escrever sobre.


Mente e coração

9 - Abril - 2008

 

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“A idéia de um Deus triuno faz exitar a mente, mas conhecê-lo satisfaz o coração.”

DJD - Nosso andar diário, 2007, dia 11

Na ausência de fé, tudo o que é relativo a Deus causa desconfiança, porém experimentá-lo causa um tipo de satisfação que não se compara a nenhuma outra.

Sl 34.8


História de sobrevivência

26 - Março - 2008

Texto: Atos 1:1-11

david_steeves1.jpgEm 1957, depois que seu jato de treinamento desapareceu, o Tenente David Steeves, caminhou pelas montanhas de Serra Nevada, na Califórnia, durante 54 dias. Ele contou a história inacreditável de como sobreviveu num deserto de neve, depois de ejetar de pára-quedas de seu avião danificado. Quando finalmente ele apareceu vivo, já havia sido declarado oficialmente morto. Quando novas buscas falharam em encontrar os restos do avião, suspeitou-se de um trote e Steeves foi obrigado a demitir-se sob grandes nuvens de dúvidas. Entretanto, mais de 20 anos depois, a sua história foi confirmada quando um grupo de escoteiros descobriu os restos do avião.

Uma outra “história de sobrevivência” de séculos atrás foi comemorada domingo passado, e ainda é cheia de controvérsias. Um homem, chamado Jesus Cristo, saiu do deserto judeu, fazendo afirmações que muitas pessoas achavam difícil de acreditar.foc_014.jpg Mais tarde, Ele foi executado e pronunciado morto. Mas três dias depois, Ele apareceu vivo. E tem havido pessoas que duvidam disso até hoje. Mas não deixe de considerar os fatos da vida, morte e ressurreição de Jesus. A sua integridade está bem fundamentada. Os profetas anunciaram a sua vinda. Os milagres reforçaram a sua divindade. Testemunhas oculares presenciaram a sua ressurreição. E hoje, o Espírito Santo confirma isto a qualquer um que busca conhecer a verdade de que Jesus está vivo e ter um relacionamento com Ele.

A ressureição de Jesus é um fato da História que exige uma resposta de fé

Adaptado de Nosso Andar Diário - dia 27 - RBC 2007


Dia internacional da mulher

19 - Março - 2008

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O Dia Internacional da Mulher foi comemorado no último dia 8. Essa comemoração parece estar cada dia mais distorcida no ocidente a partir da influência do feminismo sobre a data na década de 60.

Hoje, ao invés de “re-comemorar” as capacidades únicas das mulheres, comemoram-se os feitos feministas. Ao invés de “re-destacar” as suas qualidades inerentes, destaca-se muito mais o quanto elas estão conseguindo ficar cada vez mais parecidas com os homens, tanto em suas qualidades quanto em suas deficiências. O feminismo não erra em sua causa - a valorização da mulher; mas erra em sua estratégia - ser “igual” ao chamado “repressor”, o homem.

Parabéns às mulheres de verdade! Também pelo que vocês fazem, mas muito mais por quem vocês são!