Um instrumento que reflete não tem luz própria, mas ilumina ao propagar o que sobre ele incide. Aqui destaco alguns lampejos que ainda existem por aí, e reflito um pouco da claridade que creio faltar à sociedade.
muito bom Marquinhos… “curto e direto”… hehe
a sociedade mistura muito o conceito de felicidade e dinheiro… como se fossem a mesma coisa… o que, convenhamos, não tem “nada a ver”…
como é bom ser pobre!! hehehe
Pois eh, e não só pobre no sentido financeiro, mas pobre de espírito, com as expectativas alinhadas com a realidade. A pessoa superficialmente contente corre o risco de vir a se tornar profundamente triste…
Hehe, mto boa a do M. Quintana. Ainda não lí este livro, mas lendo alguns trechos na internet me interessei bastante, parece que tem tudo a ver com minhas últimas inquietações em relação à meu papel na sociedade. Obrigado pela dica!
Esse livro está esgotado mas tenho meu exemplar. Se você quiser ler, posso te emprestar. Aliás, precisamos uma hora dessas tomar um café juntos e trocar umas ideias.
muito bom Marquinhos… “curto e direto”… hehe
a sociedade mistura muito o conceito de felicidade e dinheiro… como se fossem a mesma coisa… o que, convenhamos, não tem “nada a ver”…
como é bom ser pobre!! hehehe
Pois eh, e não só pobre no sentido financeiro, mas pobre de espírito, com as expectativas alinhadas com a realidade. A pessoa superficialmente contente corre o risco de vir a se tornar profundamente triste…
“O sorriso mais sincero é o sorriso desdentado” (Mário Quintana). Abraços, Olavo
Você já leu “O Cristão em uma Sociedade Não Cristã” do J. Stott?
Hehe, mto boa a do M. Quintana. Ainda não lí este livro, mas lendo alguns trechos na internet me interessei bastante, parece que tem tudo a ver com minhas últimas inquietações em relação à meu papel na sociedade. Obrigado pela dica!
Esse livro está esgotado mas tenho meu exemplar. Se você quiser ler, posso te emprestar. Aliás, precisamos uma hora dessas tomar um café juntos e trocar umas ideias.