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Na História, na campanha ou na estatística? 19 - maio - 2010

Posted by Marcos Reis in Autoria própria, Citações, Links, Opinião, Política.
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Olha essa historinha*:

A única fresta que eu tive para estar aqui onde eu estou foi a educação, sendo alfabetizada pelo MOBRAL aos 16 anos, tendo entrado numa sala de aula que eu não sabia nem responder "presente". A professora me chamou e eu fui na mesa dela. Quando eu fui na mesa dela ela perguntou: "O que que você tá fazendo aqui, você é abestada? Quando a gente chama, se responde presente." Hoje a gente até ri, mas naquela época eu fiquei muito envergonhada, quase nunca mais voltei naquela escola, mas eu pensei: se eu não voltar vão me  chamar de abestada pelo resto da vida. Eu voltei e estamos aqui falando sobre educação e graças a Deus hoje eu sou professora de história no ensino médio, com duas especializações: uma em psicopedagogia e a outra em teoria psicanalítica.

E vc? Vai votar com base na História, na campanha ($$) ou na estatística? Ou pior, vai no “modo alien automático”?

Eu vou votar com base na minha percepção da história:

MarinaDilmaSerra (Wikipedia, um bom começo)

Quem não tem base acaba indo pra urna de acordo com a$ campanha$. Pra mim tinha que trocar o horário eleitoral na TV por tempo de debate!

Quanto à estatística? “Ó” pra ela! Eleição é pra ser uma expressão da democracia e não da pesquisocracia!

Deixei aí um monte de links e coisarada. Quero sugerir também as entrevistas dos candidatos no Painel RBS, que podem ser assistidas aqui: Marina / Dilma / Serra

OqueTuAcha?

Desisti de escrever sobre os aliens, concordo com os comentários, a lista é gigante e não vale a pena perder tempo falando sobre eles. Eu mesmo luto contra a alienação todos os dias. Vacilou, alienou! Então cada um brinca de identificar os seus e eu já parti pra outro assunto.

(Des)valorização 15 - junho - 2009

Posted by Marcos Reis in Autoria própria, Curiosidades, Links, O homem e Deus, Política.
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Tem uma época da vida em que a gente acha que vale alguma coisa e que por isso Deus gosta da gente e nos dá uma vida boa.

Depois a gente começa a perceber que Deus nos olha e diz: "Você não vale nada, mas eu gosto de você. E isso não significa que você vai ter uma vida boa."

Esses dias, ouvindo algumas músicas da época da adolescência me bateu uma nostalgia. Tenho saudades da época em que eu achava que valia alguma coisa. Era tão confortável e seguro… Mas graças a Deus agora tenho consciência que tenho que crescer, e que esse crescimento não tem fim, até o fim da vida.

Como dizem nos guetos crentes por aí: "Maranata"! (Jesus, pára* o mundo que eu quero descer!)

*Corrigindo para a nova ortografia fica “para”… Mas prefiro a palavra na velha ortografia, parece ter expressão mais forte, hehe!

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Dica: Conheça as histórias de Paulo de Tarso Tamburini Souza, um dos enviados das Organizações das Nações Unidas (ONU) e também do Tribunal Superior Eleitoral para colaborar em forças-tarefas nas eleições de dezenas de países pelo mundo. Algumas delas você encontra aqui: Nossa Cara – Juiz ‘Indiana Jones’ exporta eleições brasileiras para o mundo. Peguei parte da entrevista dele no Programa do Jô de sábado (13/06), achei muito interessante! (A começar pelo nome do sujeito! hehe!)

Semeadura na formatura 19 - setembro - 2008

Posted by Marcos Reis in Citações, Links, Música, O homem e Deus.
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"Semeadura" - Pico do Marumbi - Morretes-PR - Daniel William Conrade 

“Semeadura” – Pico do Marumbi – Morretes-PR – Daniel William Conrade

Abaixo transcrevo a letra da música que escolhi para minha formatura. Composta por Mercedes Sosa, influneciada pelo idealismo de Che Guevara, reflete o sonho da “Pátria Americana”, igualdade, solidariedade, ternura – um pouco do que quero fazer com a carreira que está pela minha frente; e um pouco do que me é proposto a ser e fazer enquanto Jesus é o ‘norte’ de minha vida.


Semeadura

Composição: Morcedes Sosa (Siembra)

Versão em português: Vitor Ramil e Fogaça

Interpretada por Kleiton e Kledir, e mais recentemente em Rock de Galpão (Neto Fagundes e Banda Estado das Coisas)

Nós vamos prosseguir, companheiro
Medo não há
No rumo certo da estrada
Unidos vamos crescer e andar
Nós vamos repartir, companheiro
O campo e o mar
O pão da vida, meu braço, meu peito
Feito pra amar.

Americana Pátria, morena
Quiero tener
Guitarra y canto libre
En tu amanecer
No pampa, meu pala a voar
Esteira de vento e luar
Vento e luar

Nós vamos semear, companheiro
No coração
Manhãs e frutos e sonhos
Pr’um dia acabar com esta escuridão
Nós vamos preparar, companheiro
Sem ilusão
Um novo tempo, em que a paz e a fartura
Brotem das mãos

Minha guitarra é minha terra, companheiro
É meu arado semeando na escuridão
Um tempo de claridade
Minha guitarra é meu povo, companheiro


Rock de Galpão 31 - julho - 2008

Posted by Marcos Reis in Autoria própria, Humor, Links, Música, O homem e Deus, Opinião.
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Acabo de chegar impressionado do teatro da UCS, onde ocorreu o espetáculo Rock de Galpão e gostaria de registrar algumas constatações e comentários compartilhados por mim e pelo Dini voltando pra casa inspirados pelo show – e que show! 

1) Deus é gaúcho. E Ele fez o Jardim do Édem inspirado no Rio Grande do Sul. Infelizmente a cópia não ficou muito bem feita… hehe! (Antes que os crentes me apedrejem, é zueira, tá?!)

2) O Hino do Rio Grande do Sul caberia muito bem como um hino de igreja. É só trocar a data: 20 de setembro por “primeiro de janeiro do ano zero”.

3) O Neto Fagundes é uma figura carismática e influente do tradicionalismo gaúcho. Isso se deve, em parte, ao fato de expressar claramente que conhece diferentes estilos e culturas, mas manter-se tradicionalista por opção. Assim também deveria ser o cristão: manter a fé não por ignorância, mas por escolha diante das várias opções disponíveis. Isso o tornaria muito mais carismático e influente na sociedade.

Outras considerações incluíram o “senso de pertencer”, “formas de estar com Deus” e é claro, “música” – escolhi as 3 mais fáceis de transcrever. Incentivo-os, caros leitores, assistir o show Rock de Galpão (link do projeto), reunindo o cantor nativista Neto Fagundes, o gaiteiro Paulinho Cardoso e a banda ‘Estado das Coisas’, além do rock, blues e música nativista! Uma homenagem inspiradora e digna à cultura gaúcha!

Obs.: Se no item 2 vc travou tentando lembrar de como começa o Hino Rio-Grandense, aí vai a dica: “Como a aurora precursora…”, hehe!